EC 126/2022: Alteração fiscal e relação com precatórios
Fontes conferidas em . Autoria pessoal e revisão jurídica não declaradas.
Situação e vigência: Histórica no recorte do teto; considerar decisões e normas posteriores.
| Aspecto | Antes | Depois |
|---|---|---|
| Regra no contexto da edição | Redação do artigo 107-A vinculada ao modelo criado em 2021. | Nova redação fiscal em 2022, posteriormente confrontada com o julgamento do teto. |
O que mudou ou foi decidido
A Emenda Constitucional 126, de 21 de dezembro de 2022, alterou regras fiscais e a redação do artigo 107-A do ADCT. A referência histórica ao limite de precatórios precisa ser lida considerando o julgamento posterior do STF sobre o teto.
Antes e depois
Antes: Redação do artigo 107-A vinculada ao modelo criado em 2021. Depois: Nova redação fiscal em 2022, posteriormente confrontada com o julgamento do teto.
A quem se aplica
A programação fiscal federal e os dispositivos expressamente modificados. A emenda não permite inferir, isoladamente, pagamento de uma requisição ou preço de cessão privada. O enquadramento individual deve ser confirmado no título e nos atos do procedimento de pagamento. Confira também a documentação original.
Vigência e marco temporal
Publicada em 22 de dezembro de 2022. O contexto deve considerar as ADIs 7047 e 7064, julgadas em 2023, e as mudanças constitucionais seguintes. A data de edição da página não altera a vigência da norma nem os efeitos do julgamento.
Jurisprudência e leitura atual
Histórica no recorte do teto; considerar decisões e normas posteriores. Consulte as fontes vinculadas e confira se o dispositivo examinado é histórico, compilado ou objeto de decisão judicial. O alcance de um julgamento não deve ser estendido a trechos que não foram analisados.
Histórico desta página
19 de setembro de 2026: publicação da síntese, comparação de redações e vinculação das fontes oficiais. A revisão não certifica fatos de processos individuais, não substitui orientação jurídica e não atribui data de pagamento ao crédito.
| O que conferir | Por quê |
|---|---|
| Tribunal e ente devedor | Competência e regras podem variar entre os entes. |
| Data do ato e situação processual | Texto histórico não confirma a regra aplicável hoje ao caso. |
| Documento oficial | O resumo informativo não substitui os autos ou o ato publicado. |
Perguntas frequentes
- O que esta referência disciplina?
- A Emenda Constitucional 126, de 21 de dezembro de 2022, alterou regras fiscais e a redação do artigo 107-A do ADCT. A referência histórica ao limite de precatórios precisa ser lida considerando o julgamento posterior do STF sobre o teto.
- A quem essa regra se aplica?
- A programação fiscal federal e os dispositivos expressamente modificados. A emenda não permite inferir, isoladamente, pagamento de uma requisição ou preço de cessão privada. O enquadramento individual deve ser confirmado no título e nos atos do procedimento de pagamento. Confira também a documentação original.
- Qual é o marco temporal que preciso conferir?
- Publicada em 22 de dezembro de 2022. O contexto deve considerar as ADIs 7047 e 7064, julgadas em 2023, e as mudanças constitucionais seguintes. A data de edição da página não altera a vigência da norma nem os efeitos do julgamento.
- Esta referência garante uma data para eu receber?
- Não. A referência explica uma regra ou um julgamento, mas a data individual depende do processo, do regime e da execução dos pagamentos. Verifique apresentação, fila, preferências e depósito no tribunal responsável. A existência de norma favorável não comprova que o dinheiro já esteja disponível para saque.
- Posso corrigir meu cálculo usando apenas esta página?
- Não use o resumo isoladamente para alterar a conta judicial. Confira o título, a data-base, os períodos, os índices e os pagamentos anteriores, além da redação aplicável da norma. Um profissional responsável pela execução pode avaliar divergências e apresentar o pedido adequado com memória de cálculo.
- Onde encontro o texto completo e suas alterações?
- Os links de fontes levam ao texto oficial ou ao registro do julgamento pertinente. Compare a versão original com a compilada e leia as notas de alteração, vigência e controle constitucional. A revisão editorial identifica o contexto, mas não substitui o documento oficial nem as decisões do processo.
Fontes primárias
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